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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

SUBTEMA E.2. RENASCIMENTO E REFORMA

CONTEXTUALIZAÇÃO
O Homem dos séculos XV e XVI não se limitou a descobrir novos mundos mas também se lançou na descoberta de si próprio.
Individualismo, espírito crítico e curiosidade científica caracterizaram a mentalidade renascentista, que buscou na Antiguidade greco-romana novos modelos artísticos e padrões culturais.
A Igreja acompanhou igualmente estas tendências de mudança e emprendeu um movimento de reforma suscitado por problemas e iniciativas internas e pela crítica protestante

SUBTEMA F.2. ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO NUMA SOCIEDADE DE ORDENS: CONTEXTUALIZAÇÃO

CONTEXTUALIZAÇÃO.
O Antigo Regime ficou marcado pelo Mercantilismo, na economia, pelo Absolutismo, na política, e pela divisão em ordens, na sociedade. A cultura, a arte e a mentalidade foram marcadas pelo estilo barroco.
No reinado de D. José I as ideias de modernização e progresso que marcavam o Iluminismo, na Europa, chegaram a Portugal.
O ministro do rei, o Marquês de Pombal, aplicou estas ideias num conjunto de reformas com o objectivo de fazer de Portugal um país moderno.



SUBTEMA F.3. A CULTURA E O ILUMINISMO EM PORTUGAL FACE À EUROPA: CONTEXTUALIZAÇÃO

CONTEXTUALIZAÇÃO
Os séculos XVI, XVII e XVIII foram marcados na Europa, por grandes avanços científicos e tecnológicos, contribuindo para um alargamento do conhecimento do Mundo e do ser humano.
No século XVIII surgiu um movimento cultural que acreditava em valores como o progresso, a tolerância, a razão, a liberdade e a igualdade. Este movimento ficou conhecido por ILUMINISMO, ou LUZES, pois pretendia tirar as pessoas do obscurantismo cultural em que viviam e “iluminá-las” com o conhecimento.
Em Portugal, as ideias do Iluminismo chegaram através das reformas empreendidas pelo Marquês de Pombal no ensino e pelas obras de alguns “estrangeirados”.